A frase “E agora, ninguém vai nos defender?” expressa um sentimento de abandono e desamparo, onde não há ninguém para proteger ou apoiar o indivíduo ou grupo em questão. Pode surgir em situações de perigo, injustiça ou vulnerabilidade, questionando a ausência de aliados ou defensores.
A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), anunciou um novo capítulo no arrocho fiscal do município. Os servidores, que já estão sem reajuste linear pelo terceiro ano seguido, agora veem que a agonia deve se prolongar pelos próximos anos.
“[Reajuste] para o ano que vem eu não tenho como dizer, porque esse plano de equilíbrio fiscal é até a gente recuperar a capacidade de investimento do município. Pode durar um ano, como pode durar dois anos. Então, vai depender muito dos avanços que nós vamos implementar nesse tempo”, disse a prefeita, conforme registro do Correio do Estado.
Enquanto isso, cerca de 25 mil servidores municipais estão sem reajuste há três anos e acumulam uma defasagem salarial de 30%, segundo o Sisem(Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande). Com o arrocho, podem ficar até 5 anos sem reposição salarial. A Constituição garante, pelo menos, a reposição da inflação todos os anos.
Sabemos que para o bom andamento nos serviços públicos, tem que ter os servidores bem renumerados. São os servidores os protagonistas na promoção da cidadania e na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, garantindo acesso de toda a população a direitos sociais básicos como educação, saúde, cultura, seguridade social, moradia, segurança, alimentação, trabalho e lazer.
Na Capital temos 29 vereadores, Sisem (Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande) e muitas outras autoridades constituídas, mas ninguém para defender os funcionários do município de Campo Grande…
Estamos de olho!





