Por encomenda da Rede de Rádios Top FM, a terceira pesquisa realizada pelo Instituto Ranking Brasil Inteligência, de 1º a 8 de novembro deste ano, junto a 3 mil moradores com 16 anos ou mais de idade, em 30 municípios de Mato Grosso do Sul, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos, traz os maiores problemas do Estado.
Para 28% dos entrevistados, o maior problema de Mato Grosso do Sul é a saúde pública e a falta de médicos, depois aparecem falta de remédios e de exames, com 22%, investir mais em hospitais, com 18,2%, corrupção política, com 15,8%, impostos, com 12,4%, não cumprirem as promessas políticas, com 10%, e melhorar as rodovias, com 8,6%.
Mais atrás estão cuidar melhor das fronteiras, com 7,4%, violência contra as mulheres, com 7%, inflação, com 6,6%, tráfico de drogas e contrabando, com 5,8%, falta de moradias populares, com 5%, governado Riedel não investir mais em Campo Grande, com 4,6%, governado Riedel ajudar mais a Capital, com 4,4%, e falta de administração por parte da prefeita Adriane Lopes, com 4,2%.
Ainda foram citados como principais problemas de Mato Grosso do Sul não ajudar os indígenas e assentados, com 3,8%, falta de preservação do meio ambiente, com 3,6%, não investir mais em educação, com 3,4%, venda de sentenças judiciais, com 3,2%, falta de renovação da classe política, com 3%, e falta de melhorar o policiamento em MS, com 2,8%.
Por fim, foram apontados como os principais problemas do Estado o excesso de buracos nas ruas de Campo Grande, com 2,6%, falta de investir mais na cultura e nos esportes, com 2,4%, e falta de ajuda aos agricultores, com 2,2%, sendo que 2% dos entrevistados citaram outros problemas e 4,2% não sabem ou não responderam.

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