Entrevista com Marquinhos Trad – Vereador de Campo Grande (PDT/MS)

A 2ª edição do programa Jornal da Top, da Rede Top FM, que em Campo Grande pode ser sintonizada na 88,9 FM, entrevistou nesta quinta-feira (04) o vereador mais votado da capital, Marquinhos Trad.

No bate-papo de hoje, o ex-prefeito e atual vereador fala um pouco da atual gestão da capital, o andamento de seus projetos no gabinete e suas pretensões no atual cargo.

Questionado sobre como se sente com a atual gestão, Marquinhos esclarece: “O que mais me entristece é a falta de planejamento administrativo. O que nos traz tristeza é você ver secretários extremamente deslocados e sem conhecimento de qualidade técnica para exercer a função diante de uma capital que se aproxima de 1 milhão de habitantes. Não é possível que Campo Grande não tenha para ser diretor presidente, por exemplo, da Fundação de Esportes, um professor de Educação Física. O diretor hoje de esportes nosso é um médico. Não é possível que a agência de regulação, totalmente técnica, ela seja presidida por um pastor e não por um técnico. O IMPCG, Instituto de Previdência, é comandado por um sindicalista, e se você ver a Agetran, não tem um técnico de engenharia de trânsito, tem outro pastor lá”.

O ex-prefeito da capital se coloca em uma posição que, além de ter uma visão técnica de toda uma falta de planejamento, também entende e acolhe a população diante de um quadro de irresponsabilidade e abandono com a capital, e se posiciona ao se defender sobre o ataque que sofreu em mídia da atual prefeita, a mesma o acusou de pagar, juntamente com outra política, pessoas para fazer manifesto no dia da abertura das festividades natalinas no centro de Campo Grande.

Dada a voz ao vereador, que com sabedoria expôs fatos reais de toda uma situação que já acontece desde o início da gestão conturbada de Adriane Lopes, sobre o caos na saúde pública, Marquinhos cita novamente a falta de pessoas preparadas para estar à frente: “Não se tem um secretário, o que tem é um chamado comitê de gestor que eles importaram do município de Iguatemi, terra natal do esposo da vice-prefeita, enquanto Campo Grande tem quantos e quantos técnicos e médicos que estariam à frente dessa pasta porque conhecem a realidade da saúde pública no município”.

A entrevista traz um desabafo de quem já esteve na gestão e que hoje assiste de camarote o desrespeito e a falta de planejamento e cuidado com a Capital.

Para mais detalhes, assista a entrevista completa.

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