A 2ª edição do programa Jornal da Top, da Rede Top FM, que em Campo Grande pode ser sintonizada na 88,9 FM, entrevistou nesta segunda-feira (08) o professor Washington, Elisângela Silva e Helen Gasparoto, responsáveis pelo protesto do povo na inauguração das festividades natalinas em novembro.
Em entrevista, o assunto abordado e mais comentado durante toda a semana foi o protesto do povo no dia 28 de novembro, data em que iniciaram as festividades natalinas na famosa Rua 14 de Julho.
Os convidados, que além de estarem na organização, são à frente de protestos organizados, onde cobram uma posição da atual prefeita com a falta de atendimento às necessidades públicas e o total descaso com a manutenção da Capital.
“Esse protesto que aconteceu chama a força do povo. É importante dizer aqui que esse protesto reuniu pessoas como Elisângela, que é uma das líderes das mães atípicas, reuniu profissionais que se sentem desvalorizados, servidores públicos municipais, e foi feito um chamamento público nas redes sociais para as pessoas que não estão contentes com a atual gestão e principalmente também em razão das inúmeras denúncias de corrupção. E o que a gente mais falou nesse dia é a questão da saúde”, destaca Washington no início da entrevista.
Em busca de resposta da atual gestão, o grupo esclarece que não tem lado político. Em primeiro momento, o movimento marchou pela Avenida Afonso Pena de maneira harmoniosa, com a presença da Polícia Militar sem qualquer tipo de violência.
Elisângela, por sua vez, deixa claro que: “A população busca soluções, não é só ela visualizar. Toda vez que ela visualiza, nada acontece. Então ali era uma maneira da gente, dela nos ver. Eu, como mãe atípica, e nós já fizemos vários outros manifestos, inclusive quando a Micheli Bolsonaro veio aqui, que foi o lançamento da campanha. As mães atípicas estiveram dentro do Ondara. As mães pegam fraldas e leites do hospital CEM. Toda vez que a gente manifesta, é o jeito que a gente tem de fazer ela comprar o material dos nossos filhos e distribuir lá onde a gente pega. Então, todas as vezes que as mães fazem manifesto, as mães atípicas, na prefeitura, na Cesau, no Ministério Público, já fomos em todos os ministérios públicos, já conversamos com todo mundo que vocês imaginar, já procuramos, e nós não temos respostas”.
Lembrando que é direito do povo manifestar, desde que seja feito com organização, harmonia e respeito aos integrantes.
Para isso e muito mais, assista a entrevista completa pelo link.










