Avaliação da Câmara Municipal e dos vereadores de Campo Grande em dezembro de 2025

Pesquisa realizada entre os dias 15 a 20 de dezembro de 2025, junto a 1.000 eleitores.
Foto ilustrativa IA

Por encomenda da Rede de Rádios Top FM, a pesquisa realizada pelo Instituto Ranking Brasil Inteligência, de 15 a 20 de dezembro deste ano, junto a 1.000 eleitores, com 16 anos ou mais de idade, nas sete regiões urbanas de Campo Grande (MS) e nos distritos de Anhandui, Rochedinho e zona rural, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, traz a avaliação da Câmara Municipal e dos vereadores da Capital.

No caso da Câmara Municipal de Campo Grande, 50% dos entrevistados desaprovam, enquanto 30% aprovam, sendo que 20% não sabem ou não responderam. Além disso, 36% falaram que a Casa de Leis é ruim ou péssima, 25% disseram que é boa ou ótima e 21% citaram que é regular, sendo que 18% não sabem ou não responderam.

Vereadores

Com relação aos 29 vereadores desta atual legislatura, 5,4% dos entrevistados disseram que o melhor é Silvio Pitú (PSDB), seguido por Marquinhos Trad (PDT), com 5,2%, Flávio Cabo Almi (PSDB), com 4%, e Professor Riverton (PP), com 3,4%.

Já para 3,2% é Ana Portela (PL), seguida por Papy (PSDB), com 3%, Professor Juari (PSDB), com 2,8%, Landmark (PT), com 2,6%, Maicon Nogueira (PP), com 2,4%, Rafael Tavares (PL), com 2,2%, e André Salineiro (PL), com 1,9%.

Para outros 1,7% é Ronilço Guerreiro (Podemos), para 1,6% é Luiza Ribeiro (PT), para 1,4% é Otávio Trad (PSD), para 1,3% Dr. Livio (União Brasil), para 1,2% é Beto Avelar (PP), para 1,1% é Dr. Jamal (MDB), para 1% é Jean Ferreira (PT) e para 0,8% é Wilson Lands (Avante).

Mais atrás temos Herculano Borges (Republicanos), com 0,7%, Junior Coringa (MDB), com 0,6%, Veterinário Francisco (União Brasil), com 0,5%, Carlão (PSB), com 0,4%, Delei Pinheiro (PP), Dr. Victor Rocha (PSDB), com 0,3%, e Clodoilson Pires (Podemos), com 0,3%.

Por último, estão Leinha (Avante), com 0,2%, e Neto Santos (Republicanos), com 0,2%, sendo que 50% não sabem ou não responderam.

Maiores problemas

O Instituto Ranking Brasil Inteligência também perguntou aos entrevistados quais são os maiores problemas de Campo Grande e 36% disseram que é saúde pública, a falta de médicos e falta de atendimentos, enquanto 28% disseram que é a falta de remédios e de um hospital municipal.

Além disso, 22% falaram que é a greve do transporte coletivo urbano, 17,16% que é a falta de um transporte coletivo urbano melhor, e 15,40% que a falta de uma prefeita e secretários municipais melhores.

Já 13,8% disseram que é a corrupção e o desvio de dinheiro, 12% falaram que são os buracos nas ruas e os alagamentos das vias, 10,2% que são a inflação e custo de vida, e 9,4% que é a falta de administração municipal.

Outros 8,6% reclamaram da falta de ajuda do governo estadual, 7% disseram que é o aumento dos impostos (IPTU, ISSQN e ICMS), 6,8% que é a falta de limpeza da cidade e 5,4% é a falta de a prefeita aceitar a ajuda do presidente Lula.

Depois, 5,2% falaram que é a falta de manutenções dos parques, 4,6% que é a falta de conclusão das obras paradas, 4,4% que é a falta da Cidade do Natal e 4,2% que é o abandono da cidade.

Mais atrás, 4% disseram que é a violência contra as mulheres, 3,84% que é a falta de policiamento, 3,6% que é o excesso de drogados nas ruas e 3,2% que é a falta de moradias populares.

Por último, 3% falaram que é a falta de sinalização e semáforos nas ruas da cidade e 2,6% citaram outros problemas, sendo que 4,2% não sabem ou não responderam.

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