Aplicativo gratuito monitora a saúde de pets diabéticos

‘Pet Diabetes Tracker’ permite que tutor e veterinário acompanhem as alterações de glicose no organismo dos animais

Ter diabetes não é exclusividade da espécie humana: a doença afeta também cães e gatos de maneira semelhante. Obesidade e alterações hormonais são os principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença, que agora pode ser rastreada de perto nos pets com a ajuda de um aplicativo especializado.

Pet Diabetes Tracker, idealizado pela MSD Saúde Animal, oferece ao médico-veterinário o acesso à evolução e aos dados do animal de estimação, mantendo a conexão e os dados atualizados mesmo à distância.

De acordo com Silvana Badra, médica-veterinária da MSD Saúde Animal, já existe no mercado insulina veterinária com a mesma estrutura química da insulina do cão. “Ela promove um pico mais rápido e mais duradouro, trazendo menor chance de crises de hipoglicemia e resistência à medicação, proporcionando um tratamento mais seguro e eficaz”, explica.

A especialista também dá outras dicas importantes: 'Com a queda da temperatura, vale apostar na redução da frequência de banhos e, caso seja necessário banhá-lo, aquecer um pouco mais a água e secar muito, mas muito bem! Se você tem um filhote, vale acostumá-lo desde já com o uso de roupas. Você pode fazer isso escolhendo um modelo adequado e confortável para o tamanho do seu pet, que não limite seus movimentos, associando a um momento de festa, com muito carinho e brincadeiras', finalizaLeia também: Motoristas de entregas são surpreendidos por cães amistosos
Junto das temperaturas mais baixas vem a vontade de passar os dias debaixo das cobertas. E para os pets não é diferente! Veja como mantê-los aquecidos da melhor forma possível, pois nem sempre os pelos dão conta de barrar o frio. Jade Petronilho, coordenadora de conteúdo da Petlove, explica que a resistência ao frio pode variar de acordo com a raça
'A temperatura corporal média de um canino chega a 39º C. Um husky siberiano, que possui a pelagem espessa feita especialmente para resistir ao frio é, por exemplo, mais resistente que um pinscher, uma raça de pelo curto nada adaptada a condições tão adversas', conta a profissional
A especialista também dá outras dicas importantes: 'Com a queda da temperatura, vale apostar na redução da frequência de banhos e, caso seja necessário banhá-lo, aquecer um pouco mais a água e secar muito, mas muito bem! Se você tem um filhote, vale acostumá-lo desde já com o uso de roupas. Você pode fazer isso escolhendo um modelo adequado e confortável para o tamanho do seu pet, que não limite seus movimentos, associando a um momento de festa, com muito carinho e brincadeiras', finalizaLeia também: Motoristas de entregas são surpreendidos por cães amistosos
Junto das temperaturas mais baixas vem a vontade de passar os dias debaixo das cobertas. E para os pets não é diferente! Veja como mantê-los aquecidos da melhor forma possível, pois nem sempre os pelos dão conta de barrar o frio. Jade Petronilho, coordenadora de conteúdo da Petlove, explica que a resistência ao frio pode variar de acordo com a raça
Junto das temperaturas mais baixas vem a vontade de passar os dias debaixo das cobertas. E para os pets não é diferente! Veja como mantê-los aquecidos da melhor forma possível, pois nem sempre os pelos dão conta de barrar o frio. Jade Petronilho, coordenadora de conteúdo da Petlove, explica que a resistência ao frio pode variar de acordo com a raça
'A temperatura corporal média de um canino chega a 39º C. Um husky siberiano, que possui a pelagem espessa feita especialmente para resistir ao frio é, por exemplo, mais resistente que um pinscher, uma raça de pelo curto nada adaptada a condições tão adversas', conta a profissional
Jade diz que a pelagem dos pets serve como protetor térmico tanto para o frio quanto para o calor e, quanto mais denso for o pelo do cão, menos frio ele sente. Por isso, cães de pelo curto geralmente merecem mais cuidados. 'Além da densidade da pelagem, a gordura corporal também é um fator que contribui para o cachorro ser mais (ou menos) resistente ao frio. Ou seja, os cães magros e com pelos mais curtos e menos ‘cheios’ são os que mais sofrem'
Entre as raças que mais sentem frio, estão chihuahua, pinscher, greyhound, whippet, galgo italiano, dachshund de pelo curto, boston terrier e fox paulistinha (terrier brasileiro)Leia também: De Madonna a Lady Gaga: cães posam como sósias de famosos
Mudanças na respiração e nos movimentos respiratórios também são sinais de atenção. A busca por abrigos e locais mais isolados ou a aproximação de pessoas e animais também indicam que ele pode estar com frioVeja mais: Câmera escondida em fonte flagra animais exóticos tomando água
Uma forma de descobrir como está a temperatura do corpo do pet é tocar na ponta das orelhas dele ou nos coxins - as famosas almofadinhas das patas. 'Se um desses locais estiver muito gelado, o animal precisa se aquecer. Deixe sempre uma coberta disponível para o animal, se ele permitir e não se incomodar, vista uma roupinha e o coloque em um local quentinho e confortável para que ele durma bem e se proteja', ensina Jade
  • Junto das temperaturas mais baixas vem a vontade de passar os dias debaixo das cobertas. E para os pets não é diferente! Veja como mantê-los aquecidos da melhor forma possível, pois nem sempre os pelos dão conta de barrar o frio. Jade Petronilho, coordenadora de conteúdo da Petlove, explica que a resistência ao frio pode variar de acordo com a raçaReprodução/Pexels

Idealizado para promover acompanhamento da rotina do animal, na plataforma virtual é possível obter os gráficos das curvas glicêmicas e gerenciar diversos fatores, como ingestão de água, consumo de alimentos, necessidade de exercícios, condição corporal, peso e ainda se manter alerta quanto ao teor de glicose no sangue.

O app tem a opção de agendar lembretes importantes, como consultas e pedidos de compra da injeção de insulina. Caso algum valor imputado esteja fora da normalidade, um alerta é emitido e é aberto um canal de acesso direto ao veterinário do animal. https://imasdk.googleapis.com/js/core/bridge3.472.0_en.html#goog_175912798

Sintomas da doença

Os sinais mais comuns do diabetes nos pets são excesso de sede e de urina, aumento de apetite e perda de peso. No entanto, a profissional relembra que o diabetes mellitus não tem cura, mas pode ser bem monitorado, controlado e tratado.

Pet Diabetes Tracker é gratuito e está disponível nas lojas de aplicativos para iOS e Android.

Por isso, caso o tutor note qualquer alteração na saúde do pet, é muito importante levá-lo ao médico veterinário, pois somente ele poderá chegar ao diagnóstico e estabelecer a melhor conduta para o tratamento do animalConfira dicas para o uso seguro de inseticidas em ambientes com pets
As doenças respiratórias afetam cães e gatos principalmente no inverno, por causa do tempo seco associado a um ambiente fechado e sem ventilação, com sintomas parecidos aos dos humanos. Quem explica quais cuidados devem ser tomados é Kathia Almeida Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica na MSD Saúde Animal
Gripe nos animais de estimaçãoOs vírus são transmitidos quando um cachorro saudável tem contato com um cachorro infectado. Por exemplo, por meio da secreção nasal, ou quando o contato acontece por objetos e locais contaminados, como bebedouros, comedouros e brinquedos
Por isso, caso o tutor note qualquer alteração na saúde do pet, é muito importante levá-lo ao médico veterinário, pois somente ele poderá chegar ao diagnóstico e estabelecer a melhor conduta para o tratamento do animalConfira dicas para o uso seguro de inseticidas em ambientes com pets
As doenças respiratórias afetam cães e gatos principalmente no inverno, por causa do tempo seco associado a um ambiente fechado e sem ventilação, com sintomas parecidos aos dos humanos. Quem explica quais cuidados devem ser tomados é Kathia Almeida Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica na MSD Saúde Animal
As doenças respiratórias afetam cães e gatos principalmente no inverno, por causa do tempo seco associado a um ambiente fechado e sem ventilação, com sintomas parecidos aos dos humanos. Quem explica quais cuidados devem ser tomados é Kathia Almeida Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica na MSD Saúde Animal
Gripe nos animais de estimaçãoOs vírus são transmitidos quando um cachorro saudável tem contato com um cachorro infectado. Por exemplo, por meio da secreção nasal, ou quando o contato acontece por objetos e locais contaminados, como bebedouros, comedouros e brinquedos
Os principais sintomas são espirros, secreção nasal, tosse, secreção ocular, apatia, febre e perda de peso. E esses sinais não devem ser subestimados. 'Muitos deles podem evoluir para quadros mais graves, como uma pneumonia, ou podemos estar diante de agentes mais perigosos como o vírus da cinomose canina, que pode passar de alterações respiratórias para complicações neurológicas, podendo ocorrer inclusive o óbito', alerta Kathia
Sabemos que é melhor prevenir do que remediar e, para isso, existem vacinas disponíveis no mercado que ajudam a proteger os cães e gatos contra muito desses agentes associados aos quadros respiratóriosLeia também: Motoristas de entregas são surpreendidos por cães amistosos
Além das doenças respiratórias comuns no inverno, não se pode deixar de lado outros cuidados que devem ser mantidos durante o ano inteiro, como a prevenção de pulgas e carrapatos em cães e gatos, e a prevenção do mosquito-palha, transmissor da leishmaniose visceral canina. Esses parasitas podem causar doenças graves aos pets, sendo que algumas delas podem inclusive afetar a famíliaVeja mais: Confira vantagens e dicas para adotar animais adultos
'Existem diversos produtos disponíveis que atuam contra pulgas e carrapatos, porém é importante levar em consideração alguns pontos na hora da escolha, como a ação rápida e prolongada e alta eficácia, que protegem o animal durante todo o período de tratamento, facilitando a quebra do ciclo de vida desses parasitas. É interessante ter em mente que optar por uma opção com ação prolongada possibilita uma menor quantidade de administrações ao ano, evitando assim possíveis esquecimentos que poderiam comprometer a proteção dos pets', completa a veterináriaLeia também: De Madonna a Lady Gaga: cães posam como sósias de famosos
Já para a leishmaniose visceral, considerando o agente transmissor, é importante a utilização de produtos tópicos com ação repelente que possam proteger os cães das picadas do mosquito-palha, uma vez que essa é a principal forma de transmissão da doença. Em áreas consideradas endêmicas, o médico-veterinário pode recomendar a vacinação em associação ao produto tópico com ação repelenteLeia mais: Veterinário a domicílio faz sucesso como novo cuidado para pets
Por isso, caso o tutor note qualquer alteração na saúde do pet, é muito importante levá-lo ao médico veterinário, pois somente ele poderá chegar ao diagnóstico e estabelecer a melhor conduta para o tratamento do animalConfira dicas para o uso seguro de inseticidas em ambientes com pets
  • As doenças respiratórias afetam cães e gatos principalmente no inverno, por causa do tempo seco associado a um ambiente fechado e sem ventilação, com sintomas parecidos aos dos humanos. Quem explica quais cuidados devem ser tomados é Kathia Almeida Soares, médica-veterinária e coordenadora técnica na MSD Saúde AnimalReprodução/Pexels
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