Entrevista com o deputado federal Marcos Pollon, no Jornal da Top

Nesta quinta-feira (19), a 1ª edição do programa Jornal da Top, da Rede Top FM, que em Campo Grande pode ser sintonizada na 88,9 FM, entrevistou o deputado federal Marcos Pollon (PL), que tratou do seu papel na política, os desafios da vida pública, suas aspirações eleitorais e suas realizações legislativas.

“Acredito que pessoas que buscam o bem da sociedade devem se posicionar e ocupar espaços políticos. Por isso, incentivo quem nunca esteve na política a ingressar, já que a simples honestidade é um diferencial, pois a imensa maioria prejudica muito o nosso país”, destacou.

Ele se vê como um “sincericida”, defendendo suas pautas com convicção e preferindo a verdade à construção de um personagem, mesmo que isso gere polêmicas ou distorções pela imprensa. “Gosto de assumir minhas responsabilidades e posicionamentos. Meu perfil é focado em propostas construtivas e não em ataques a adversários”, assegurou.

Marcos Pollon mencionou que a “velha política” não suporta a existência de políticos com seu perfil por ele não participar de irregularidades. “A política é extremamente desgastante e estressante, levando a um envelhecimento precoce. Política não é se você vai ser traído, é quando”, declarou.

O deputado federal garantiu que, quando não há como atacar a carreira de um político correto, os adversários miram na família, inventando mentiras e utilizando blogs falsos para difamar. “Em 2024, fui impedido de disputar a Prefeitura de Campo Grande pelo meu partido, que decidiu compor com o PSDB, partido de centro-esquerda, apesar de as pesquisas indicarem viabilidade para um segundo turno ou até vitória caso eu fosse o candidato”, recordou.

Futuro político

Sobre o futuro político, ele reafirmou que é pré-candidato a governador e espera que o PL, apesar de seu compromisso atual, mude de ideia diante da viabilidade de sua candidatura, a exemplo do que ocorreu em 2024. “Também expresso fé, acreditando que, se for propósito divino, o caminho se abrirá. O mar vai abrir ou eu vou caminhar sobre as águas”, avisou.

A respeito de uma possível pré-candidatura ao Senado Federal, Pollon informou que recebeu propostas de vários partidos para o Senado, mas coloquei uma condicionante: só aceitarei se for designado como candidato pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), com o propósito específico de combater os abusos do STF (Supremo Tribunal Federal). Para mim, política é propósito, não carreira e nem negócio”, argumentou.

Com relação à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, o deputado federal disse que é favorável e argumentou que o parlamentar é Bolsonaro. “Necessitamos de um líder corajoso, com ‘testosterona’, disposto a enfrentar o sistema e promover mudanças urgentes na estrutura administrativa do Brasil. Considera o Flávio o único pré-candidato com essa coragem e viabilidade”, afirmou.

Ainda sobre a própria pré-candidatura, o parlamentar expressou o desejo de que a direita autêntica tenha um candidato a governador e que ele próprio possa ser esse candidato, acreditando que há tempo para construir a postulação. “Buscarei ter meus próprios pré-candidatos a senadores, apoiando aqueles mais à direita. Se não for candidato a governador, serei candidato ao Senado”, comentou.

Questionado sobre quem apoiaria para o Senado entre os pré-candidatos Reinaldo Azambuja e Capitão Contar, ambos também do PL, ele afirmou que apoiaria o segundo, a quem já apoiou anteriormente para governador no pleito de 2022. “Pretendo permanecer no PL, mas estou aberto a avaliar convites de outros partidos até o fim da janela partidária em abril. Não tenho um projeto de poder, mas um projeto de país”, assegurou.

Pollon ainda comentou sobre o fato de a escola de samba que homenageou o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ter sido rebaixado no carnaval do Rio de Janeiro. “O Lula tem o ‘toque de fezes’ e tudo o que ele toca se degrada, como a economia brasileira, por exemplo. Acredito que a população está exausta da esquerda e que as promessas de Lula não funcionarão mais, pois o presidente é visto como mentiroso, ladrão e irresponsável. Por isso tenho a crença de que o início negativo do governo atual se refletirá nas eleições”, concluiu.

Assista a entrevista completa pelo link:

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