Nesta terça-feira (7), a 1ª edição do programa Jornal da Top, da Rede Top FM, que em Campo Grande pode ser sintonizada na 88,9 FM, entrevistou o ex-vereador e agora diretor-presidente do IMPCG (Instituto Municipal de Previdência de Campo Grande), Marcos César Malaquias Tabosa, o “Marcos Tabosa”, que falou da sua dedicação ao serviço público municipal, sua liderança sindical e do seu mandato como vereador, sempre priorizando a defesa dos servidores públicos municipais.
“Minha trajetória foi motivada pela busca por estabilidade de emprego, que o serviço público oferece através de concursos, sendo que ingressei após aprovação em 1996. Percebi a necessidade de representatividade mais ‘combativa’ e ‘democrática’ para os servidores e me candidatei à presidência do sindicato dos servidores em 2009. Encontrei o sindicato abandonado e sem estrutura, possuindo apenas o código sindical (registro de nascimento do sindicato)”, recordou, completando que hoje o sindicato é uma “potência”, não só no Estado, mas no Centro-Oeste.
Questionado sobre a situação financeira do IMPCG e o problema crônico de falta de recursos na previdência social do município, ele garantiu que os aposentados e pensionistas podem ficar tranquilos, pois o aporte do Poder Executivo municipal está assegurado por lei e pela prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP). “A arrecadação atual do IMPCG é de R$ 52 milhões e o aporte complementar do Executivo é de R$ 10 milhões, totalizando R$ 62 milhões para a folha de pagamento”, informou.
Marcos Tabosa também falou sobre a transição de sindicalista para a vida política, quando exerceu o mandato de vereador. “Disputei uma cadeira no Legislativo Municipal em 2020 para avançar com o servidor público municipal de Campo Grande, organizados dentro do sindicato. Meu mandato foi dedicado a defender o servidor, dando voz a categorias, como a Guarda Municipal, os enfermeiros e os fiscais de renda”, exemplificou.
O ex-vereador ainda comentou sobre o fato de sair da condição de opositor para a de aliado da prefeita Adriane Lopes. “A prefeita Adriane Lopes entendeu que o meu único objetivo era avançar com o servidor, sem buscar cargos ou negociatas pessoais. Após um acordo assinado com a prefeita, garantindo avanços para as categorias, fiz parte da base aliada dela e aceitei me filiar ao PP, mesmo sabendo da dificuldade para a minha reeleição, pois o meu compromisso era com o servidor, não com um projeto pessoal ou partido”, assegurou.
A respeito de uma candidatura futura para o cargo de vereador em 2028, o diretor-presidente do IMPCG deu uma resposta enigmática. “O futuro a Deus pertence”, declarou, sem confirmar ou descartar a possibilidade.
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