Para encerrar a semana, a 1ª edição do programa Jornal da Top, da Rede Top FM, que em Campo Grande pode ser sintonizada na 88,9 FM, entrevistou, nesta sexta-feira (26), o professor de Matemática Anderson Soares Muniz, que compartilhou suas experiências e visões sobre educação e gestão.
“A matemática não é apenas como uma ciência exata, mas uma ciência universal e essencial para a vida, transcendendo culturas e até mesmo o universo. Ela é a única linguagem que se universalizou e é crucial para avanços dos tempos modernos, como as viagens espaciais”, afirmou.
Ele recordou que sua primeira experiência como diretor foi na Escola Estadual Maria Constança de Barros Machado, em Campo Grande (MS), onde atuou em diversas funções, desde professor convocado e readaptado a coordenador pedagógico e depois diretor. “Construí laços importantes, aprendendo o valor da educação sul-mato-grossense”, assegurou.
Posteriormente, Anderson Muniz disse que aceitou o desafio de ir para a Escola Estadual Professora Helena Marques, no Jardim Canguru, quando assumiu a gestão com uma vertente “muito mais social do que educacional”. Atualmente, declarou, enxerga a EAD (Educação à Distância) como um avanço significativo, principalmente pela democratização do ensino, pois permite que pessoas estudem sem precisar se deslocar para grandes centros ou faculdades.
O professor de Matemática fez questão de destacar que a Escola Estadual Professora Helena Marques é uma das maiores de Mato Grosso do Sul, com 2.383 alunos, mas com capacidade para 2.700, e atende aproximadamente 14 bairros na região do Jardim Canguru e Grande Centro-Oeste.
Ainda durante a entrevista, ele revelou que desde 2016, quando assumiu a direção, a escola tem trabalhado na transformação da comunidade. “Inicialmente, havia preocupações com segurança (furtos, brigas, bebida) em eventos escolares como as festas juninas, devido à vulnerabilidade da região, entretanto, ao acreditar em um futuro melhor e envolver a Associação de Pais e Mestres e toda a comunidade, a escola conseguiu realizar eventos grandes e organizados, como festas juninas e da primavera com até 5 mil pessoas, sem ocorrências”, celebrou, argumentando que a transformação demonstrou que, ao oferecer oportunidades e acreditar na comunidade, é possível gerar um impacto positivo significativo.
Assista a entrevista completa pelo link:







