Justiça confirma: Urandir Fernandes e Ecossistema Dakila não são alvos de investigação

O Ministério Público reforçou: O empresário e o Ecossistema Dakila não são alvos da referida investigação.
Assessoria

Documentos oficiais do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) trouxeram à tona uma correção fundamental: o empresário Urandir Fernandes de Oliveira, CEO do Ecossistema Dakila, não figuram como investigados ou alvo de operações recentes do Gaeco. A informação, que desmente publicações precipitadas de veículos locais, consta em uma certidão assinada por um analista judiciário e em parecer do próprio Ministério Público Estadual (MPMS).

O erro do Judiciário e a retificação

A confusão teve origem em um erro de cadastro no sistema processual. Segundo a certidão oficial, a inclusão do nome do empresário ocorreu às 15h31 no dia da ofensiva do Gaeco, sendo retificada poucas horas depois, às 18h07, após a constatação do equívoco.

“Certifico que, nesta data, por equívoco, cadastrei a pessoa de Urandir Fernandes de Oliveira (…) verificando apenas nesta oportunidade que se trata de pessoa estranha à investigação em andamento”, afirma o documento do TJMS.

O Ministério Público reforçou o posicionamento ao indeferir pedidos de acesso aos autos, justificando que o empresário e o Ecossistema Dakila não são alvos da referida investigação.

O “Modus Operandi” da imprensa em MS

Para Urandir, o episódio não foi um erro isolado, mas parte de um padrão de perseguição e difamação por parte de veículos como Campo Grande News, Midiamax e Correio do Estado. O empresário aponta falhas éticas graves e o que classifica como “jornalismo de conveniência”.

Veja o video: https://www.instagram.com/reel/DUFvJG9jUdT/?igsh=bmZ3c3JmOGg3cncy

Conhecendo o Campo Grande News

Fundado em 1999, o portal possui um histórico preocupante que foge ao conhecimento do grande público. O que se questiona é se o dinheiro público — via publicidade oficial — está financiando ataques à honra.

O portal parece ter se especializado em condenar antes mesmo do veredito judicial. Confira alguns exemplos:

Fake News: No processo nº 0855288-13.2025.8.12.0001, S. R. C. acusa o site de publicar uma notícia falsa, vinculando-o a crimes em outro estado sem qualquer base factual.

Erro fatal: No caso de D. L. O. (nº 0850574-44.2024.8.12.0001), a reportagem associou o autor ao tráfico de drogas sem qualquer condenação ou prova.

Linchamento virtual: T. O. H. (nº 0804637-05.2025.8.12.0800) questiona a exposição sistemática de sua imagem em casos de violência sem decisão judicial, alimentando o ódio social.

Difamação profissional: S. G. R. (nº 0809010-51.2025.8.12.0001) teve sua carreira técnica questionada por matérias que sugeriam ilegalidades em procedimentos estéticos, sem o devido rigor técnico.

Baixaria editorial: No processo nº 0864929-93.2023.8.12.0001, o portal atribuiu a R. W. A. O. um histórico de dependência química e transtornos psicológicos de forma não autorizada.

Vulnerabilidade exposta: F. M. A. (nº 0805977-50.2025.8.12.0002) processa o site por expor um drama pessoal sensível, ignorando o sofrimento psíquico do envolvido em troca de cliques.

Como atua o Correio do Estado

O jornal mais tradicional de MS, fundado em 1954, atravessa hoje uma crise de identidade e ética. O que antes era referência, tornou-se alvo constante do Judiciário por práticas que ferem a privacidade e a legalidade.

Violação de sigilo: No processo 0868638-68.2025, o jornal é acusado de expor dados de uma vítima de sequestro, ignorando o segredo de justiça.

Ataque ao setor produtivo: Instituições como a Santa Casa de Campo Grande e empresas familiares como o Mercado Primos Ltda. já acionaram a justiça contra o veículo por denúncias sem veracidade que geraram prejuízos financeiros e reputacionais.

Uso político: A necessidade de intervenção judicial para garantir o “Direito de Resposta” a parlamentares, como no caso do deputado estadual J.E.C., demonstra que a isenção editorial foi deixada de lado em favor de agendas políticas.

O histórico do Midiamax

O caso do portal Midiamax é, juridicamente, o mais severo. O proprietário do veículo, Carlos Eduardo Belineti Naegele, possui condenações que atingem diretamente sua integridade pública:

Improbidade administrativa: Em uma sentença robusta de 415 páginas, Naegele foi condenado por participar de um esquema para cassar o ex-prefeito Alcides Bernal. As penas incluíram a suspensão de direitos políticos por 8 anos e multas superiores a R$ 2 milhões para os envolvidos no processo.

Fraude eleitoral: O grupo foi multado em mais de R$ 53 mil pelo TSE por descumprir resoluções e apresentar pesquisas com planos amostrais deficientes e suspeitos.

Revelia judicial: Em processos de direito de imagem (XXXXX-16.2022.8.12.0001), o portal foi declarado revel por perder prazos básicos de defesa, o que leva à presunção de que as acusações contra ele são verdadeiras.

A busca por transparência

A imprensa sul-mato-grossense atravessa um momento de ruptura. Enquanto a liberdade de expressão é um direito sagrado, seu uso como ferramenta de difamação e manipulação deve ser combatido. O volume de processos indica que parte da mídia local pode estar servindo a interesses escusos em detrimento do interesse público.

A sociedade de Mato Grosso do Sul deve exigir transparência não apenas dos políticos, mas também daqueles que se colocam como fiscais do poder.

Nota de transparência: Os dados processuais citados nesta matéria são públicos e podem ser consultados nos portais do TJMS e Jusbrasil.

Por assessoria

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