Pesquisa de avaliação da prefeita Adriane Lopes e os problemas de Campo Grande

Pesquisa realizada pelo Instituto Ranking entre os dias 10 a 14 de outubro junto a 1.000 eleitores na Capital do Mato Grosso do Sul
Foto IA

Por encomenda da Rede de Rádios Top FMpesquisa realizada pelo Instituto Ranking Brasil Inteligência, de 10 a 14 de outubro, junto a 1.000 eleitores, com 16 anos ou mais de idade, nas sete regiões urbanas de Campo Grande (MS) e nos distritos de Anhandui, Rochedinho e zona rural, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

Prefeita Adriane Lopes

Adriane Lopes tem desaprovação de 80% da população e aprovação de 15%, sendo que 5% não sabem ou não responderam. Além disso, 60% dos entrevistados disseram que a administração dela é ruim ou péssima, 24% falaram que é regular e 12% declararam que é bom ou ótima, sendo que 4% não sabem ou não responderam.

Na comparação com as três pesquisas anteriores, na primeira, a desaprovação dela foi de 70% e a aprovação foi de 26%, sendo que 4% não sabiam ou não responderam, enquanto na segunda a desaprovação foi de 65% e a aprovação foi de 30%, sendo que 5% não sabiam ou não responderam e, na terceira, a desaprovação foi de 72% e a aprovação foi de 24%, sendo que 4% não sabiam ou não responderam.

Além disso, na primeira 55% disseram que a administração dela era ruim ou péssima, 24% falaram que era boa ou ótima e 19% declararam que era regular, sendo que 3% não sabiam ou não responderam, enquanto na segunda 50% disseram que administração dela era ruim ou péssima, 25% falaram que era boa ou ótima e 21% declararam que era regular, sendo que 4% não sabiam ou não responderam e, na terceira, 55% opinaram que a administração dela era ruim ou péssima, 23% falaram que era bom ou ótima e 18% declararam que era regular, sendo que 4% não sabem ou não responderam.

Maiores problemas da Capital

O Instituto perguntou aos entrevistados quais são os maiores problemas de Campo Grande e 33,4% disseram que é saúde pública e a falta de médicos e de atendimentos, enquanto 24,6% disseram que é a falta de medicamentos e de exames.

Além disso, 17,2% falaram que é falsa promessa de construir o Hospital Municipal, 15% que é a falta de secretário municipal de Saúde, 13% que é a péssima administração municipal e 10% que é não trocar a prefeita e os secretários.

Já 9,2% criticaram a inflação e a falta de dinheiro, 8,8% o péssimo transporte público, 8,2% a falta de moradias populares, 7,8% os impostos, 6,4% a corrupção generalizada, 6% a falta de limpeza da cidade e 5,6% o excesso de drogados nas ruas.

Outros 4,2% reclamaram da venda de sentenças pelos juízes, 3,4% da falta de lazer, esportes, cultura e turismo, 3,2% da falta de uma sinalização de trânsito melhor, 3% da falta de cuidados com os animais e 2,8% da falta de assistência social.

Por último, 2,6% opinaram contra a falta de policiamento nas ruas da cidade, 2,4% da falta de preservação do meio ambiente da cidade e 2% citaram outros problemas, sendo que 4,6% não sabem ou não responderam.

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